quarta-feira, 23 de novembro de 2011

As Três Peneiras

Olavo foi transferido de projeto. Logo no primeiro dia, para fazer média com o novo chefe,
    saiu-se com esta:
    - Chefe, o senhor nem imagina o que me contaram a respeito do Silvio. Disseram que ele.../
    Nem chegou a terminar a frase o chefe, Juliano, apartou:
    - Espere um pouco, Olavo. O que vai me contar já passou pelo crivo das três peneiras?
    - Peneiras? Que peneiras chefe?
    - A primeira, Olavo,é a da VERDADE. Você tem certeza de que esse fato é absolutamente verdadeiro?
    - Não. Não tenho. Como posso saber? O que sei foi o que me contaram. Mas eu acho que...
    E, novamente, Olavo é interrompido pele chefe:
    - Então sua história já vazou a primeira peneira. Vamos então para a segunda peneira,que é a da  --
    bondade. O que você vai me contar,  gostaria que os outros falassem ao seu respeito?
    - Claro que não! Deus me livre, chefe! -diz Olavo, assustado.
    Então, - continua o chefe- sua história vazou a segunda peneira. Vamos ver a terceira peneira,que é
    que é a da NECESSIDADE. Você acha mesmo necessário me contar esse fato ou mesmo passá-lo adi-
    ante?
    - Não chefe. Passando pelo crivo destas peneiras,vi que não sobrou nada do que eu iria contar fala /
    Olavo surpreendido.
    - Pois é Olavo! Já pensou como as pessoas seriam mais felizes se todos usassem essas peneiras?-diz
    o chefe sorrindo. Da próxima vez que surgir um boato por aí, submeta-o ao crivo dessas três peneiras:
    VERDADE - BONDADE - NECESSIDADE, antes de obedecer ao impulso de passá-lo adiante, porque:

                         PESSSOAS INTELIGENTES FALAM SOBRE IDÉIAS!
                               PESSOAS COMUNS FALAM SOBRE COISAS!
                               PESSOAS MEDÍOCRES FALAM

O caminho da Cura!

Curainterior: perdão18.06.2010
Dando continuidade ao primeiro artigo sobre cura interior, vamos falar sobre o primeiro grande passo e com certeza um dos mais difíceis de serem dados, no caminho em direção à cura de nossas feridas interiores. Dedico este artigo a F.A., uma filha amada de Deus que está iniciando uma bela aventura de mãos dadas com Deus, rumo a uma vida nova e totalmente curada.
Como vimos no artigo anterior, cujo link está no inicio deste novo texto, a cura interior deve ser encarada como um processo. Cura interior não é um remédio e sim um tratamento. Vários podem ser as medicações ministradas durante este tratamento. O mesmo tratamento não se aplica, na maioria dos casos, em outros pacientes e o médico dos médicos, Jesus Cristo, sempre irá adaptar o tratamento de cura interior, deixando-o totalmente personalizado para você. Com esta analogia, inspirada pelo Espírito Santo, podemos então concluir que várias serão as intervenções divinas que Jesus fará na vida daquele ou daquela que encontra-se debaixo de Seus cuidados. Algumas destas intervenções servirão para nos motivar ou conduzir a realizar alguma atividade, ou poderá ser intervenções onde quem atua é o próprio Jesus. Cabe somente a Ele equilibrar o uso destas intervenções. Uma destas intervenções divinas, já como parte preponderante do processo de cura interior, é sem dúvida alguma a vivência do perdão. Não existe a menor possibilidade de cura interior sem a vivência do perdão. Sem o perdão sequer podemos falar de cura interior e iniciar nossa jornada neste caminho. Nesta reflexão de hoje iremos abordar, junto com nosso Deus, como dar este passo, onde e como arranjar forças e por que eu devo dar este passo. Vamos caminhar!
O verbo perdoar vem do latim perdonare cujo significado é conceder ou dar. Podemos concluir que o ato de perdoar é um ato de doação, onde aquele que exerce o ato de perdoar age por livre e espontânea vontade, fazendo uma doação de amor gratuito e esquecendo aquilo que magoava, feria, entristecia ou trazia quaisquer outros sentimentos negativos. Este é o conceito técnico, encontrato em vários dicionários, sobre perdão. Parece fácil e simples olhando apenas o conceito técnico do perdão, não mesmo? Mais não se engane com o conceito. Há tanto sentimento escondido por trás desta palavrinha. Existe tanta importância espiritual num gesto, que nos parece simples conceitualmente. Não deixe que a simples definição de perdão iluda seu coração tornando o ato de perdoar menos importante do que pareça. O perdão é a chave para a cura interior e sem vivenciá-lo torna-se impossível ser curado, pois a falta de perdão em nós é como um cancêr da alma, que vai dia apos dia matando o amor, a piedade, a vontade de viver e as certezas em nosso coração. Um coração que não perdoa e não pede perdão torna-se um coração aprisionado em sentimentos fúteis. Não vivenciar o perdão é ingerir um veneno extremamente mortal para matar meus desafetos, porém se eu tomo um venevo quem morrerá sou eu e não meu desafeto. Podemos concluir que a falta de perdão é um ato contra nós mesmos. Se você conseguiu enxergar assim digo que Deus já está trabalhando em seu coração, pois é realmente isso que acontece. O maior prejudicado quando o perdão não é vivenciado sou eu mesmo. Não há outra pessoa mais prejudicada que eu.
O Dr. Fred Luskin, autor do livro “A cura pelo perdão” e de uma pesquisa entitulada “Forgiveness Project” (Projeto do Perdão), provou que a falta de perdão causa males fisiológicos. Sabemos que a falta de perdão causa males espirituais e esta pesquisa provou que os males causados pela falta de perdão também afetam nosso organismo, podendo originar dores de cabeça, dores de barriga, problemas cardíacos, hipertensão e até mesmo câncer. Isso mesmo. Muitos se assustam ao se depararem com esta pesquisa e começam a ligar situações que têm vivido com a descoberta publicada, em 2001, pelo Dr. Fred Luskin. Realmente carregar este sentimento ruim dentro de nós não é nem de longe uma boa idéia.
Toda esta informação é bastante interessante, porém não torna o perdão algo fácil de ser alcançado, vivido, concedido e pedido. Faço questão de mencionar diversas vezes, que a cura interior é um processo e como tal precisa ser cultivada, trabalhada e até mesmo saboreada diariamente. Somente assim eu terei forças para continuar com a medicação necessária durante todo o tratamento. Num primeiro momento, perdoar pode parecer algo impossível. Você, caro leitor, deve estar exclamando que este humilde autor não faz a mínima idéia da sua vida, do que lhe fizeram, do quanto você foi maltratado ou maltratada, do quanto você foi ou até mesmo ainda continua sendo humiliado(a). Realmente eu não faço a mínima idéia e sinceramente nem preciso fazer, pois o importante aqui não é eu saber de sua história, mais sim que Deus sabe. Ele conhece tudo que você vive e sabe de tudo que falaram de você, que fizeram contra você, das injustiças, calúnias e também daquilo que você fez a alguém e por arrogância não tem coragem de pedir perdão, pois isso seria demais para você. Deus sabe de todas as coisas e isso já nos basta para começarmos a trabalhar este sentimento dentro de nós.
Existe uma maneira prática e muito eficaz de se trabalhar o perdão em nós. Chama-se gotejamento de amor. Li isso num livro do Pe. Léo e gravei no coração. Como a cura interior é um processo, precisamos deixar pingar, nem que seja uma única gota, de amor nas feridas abertas pela falta de vivência do perdão. Porém para que este gotejamento se inicie é preciso que uma decisão seja tomada pois perdão é antes de mais nada uma decisão. Eu preciso me decidir em perdoar. Muitos irmãos abandonam o processo de cura interior por se confundirem neste passo, achando que o perdão é um sentimento, quando não o é. Perdão não é sentimento, perdão é decisão! Decisão de amar, decisão por libertar-se, libertar o outro! É, sem a menor dúvida decidir-se por uma vida melhor! Eu preciso mover o perdão da área das emoções, sob a qual não temos a menor força, para a área da vontade onde nós podemos controlar o que sentimos e desejamos fazer. É somente no campo da vontade que podemos deixar a razão agir, sem a interferência da emoção. A emoção, em alguns casos torna-se uma poderosa inimiga, pois nos faz fantasiar as coisas e torná-las mais difíceis do que realmente são. Perdão, portanto é racional e não emotivo! Por isso é possível perdoar mesmo quando meu desejo diz o contrário, pois é fruto da decisão racional! O fato de eu me decidir em perdoar não significa que eu irei, automaticamente e de uma hora para a outra, morrer de amores pela pessoa que estou perdoando. Isso é hipocrisia e fere a regra número um da cura interior que é não ser algo imediato. Cura interior não é fruto de imediatismo. Por isso acalme seu coração. A decisão por perdoar nasce no coração trabalhado por Deus cujo processo de gotejamento de amor se iniciou, ou seja, o amor de Deus começou a ser cultivado e regado na terra do seu coração e isso começou a mexer com você de alguma forma. De forma muito natural e com a força dada por Deus, que nos concede a graça divina do perdão, eu começo a desejar me libertar daquilo. Porém, como tudo ainda está no inicio eu começo a travar uma batalha comigo mesmo contra aquilo que eu estou sentindo, pois nosso comodismo não nos permite tentar mudar uma situação de falta de perdão. Mais Deus pode ser vitorioso e neste momento eu devo exercer a força de vontade e proclamar para mim mesmo que eu quero e vou perdoar! Eu quero e vou pedir perdão! Perdão é força de vontade e decisão! Sem decidir-se pelo perdão é impossível vivenciá-lo verdadeiramente. Por mais difícil que possa parecer o perdão é fundamental! É pre-requisito para a cura interior. Sem perdão não será possível continuar no processo de cura interior. Perdoar não é deixar de lado os sentimentos e as emoções, mais antes canalizá-las para algo mais produtivo. Por isso é possível sim perdoar alguém e continuar sentindo raiva e tristeza, até porque se eu deixo de sentir isso por aquela pessoa, que eu preciso perdoar, o perdão já não será mais preciso, concorda comigo? O problema já terá sido esquecido. Perdoar é deixar o amor gotejar vagarosa e fertilmente, de forma que a ferida causada por aquela pessoa, possa ser banhada em amor e as gotas deste amor, ao passo que eu as cultivo no meu coração, irão também gotejar no coração daquela pessoa que lhe feriu. Não se convença de que perdoar e continuar sentindo rancor, ódio, raiva ou qualquer outro sentimento ruim pela pessoa, seria um ato hipócrita seu, pois não é! O perdão só é exercido em um coração ferido pois do contrário ele seria totalmente em vão.
O perdão precisa ser externado sempre. Isso quer dizer que não adianta eu dizer que perdôo alguém se este alguém não ficar sabendo. Hoje temos tantas formas de externar este perdão. Se você ainda não tem coragem de dizer pessoalmente, ligue para esta pessoa, mande um email, um recado no Orkut, Twitter, MSN, torpedo, sinal de fumaça, carta, etc. Só não deixe de externalizar pois perdão que não é externalizado torna-se um falso sentimento que poderá alimentar uma mágoa ainda maior dentro de você, ferindo ainda mais seu coração, tornando o processo de cura interior ainda mais difícil e doloroso. Em alguns casos a pessoa que precisamos perdoar mora muito longe, não pode nos ouvir ou até mesmo já faleceu. Não há problema! O perdão é, antes de tudo, um ato curador para quem o problema, o externa. Diga a esta pessoa, mesmo se ela já tiver falecido, que você a perdoa. Repita isso em voz alta para você se ouvir. Deus levará seu perdão até esta pessoa, caso ela já tenha falecido. A palavra tem um poder fenomenal! Pela palavra podemos construir ou destruir, ligar ou desligar, curar ou ferir, abençoar ou amaldiçoar. Por isso, tome posse do poder curador que há na palavra proclamada por você, de maneira decidida e goteje perdão e amor nos seus próprios ouvidos. Repita isso diariamente, até você se convencer totalmente disso e notar que aquele ódio está aos poucos se dissipando.
Podemos classificar o perdão em 03 tipos macro: perdoar a mim mesmo, perdoar a Deus e perdoar meu próximo. Todos os três tipos são muito imporantes e muitas vezes estão intimamente ligados. Eu posso não perdoar a Deus porque antes eu não me perdoo de ter cometido um aborto, por exemplo. No fundo eu posso culpar a Deus pelos meus fracassos, sendo que eles são fruto das minhas escolhas. Preciso me perdoar pelas vezes que fracassei, pelas vezes que não fui fiel a Deus, pelas vezes que não consegui me manter firme e cai nas fraquezas, enfim, eu preciso estar bem comigo mesmo antes de partir para perdoar os outros e até mesmo a Deus. O perdão a Deus não se deve somente a pessoa de Deus Pai, Filho e Espírito Santo, mais sim perdoar a Igreja em si, nos seus bispos, sacerdotes, diáconos, leigos, consagrados, o Santo Padre o Papa, pregadores, movimentos, cantores, etc. É perdoar a Igreja, pelo que eu a culpei de ter feito em mim, quando na verdade foram atitudes de homens e não de Deus. Preciso perdoar a Deus, na pessoa daquele sacerdote que me perseguiu algumas vezes, que me proibiu de fazer determinado evento na festa da paróquia. Preciso perdoar a Deus e a Igreja na pessoa do meu coordenador no Grupo de Oração, que não tem rezado como deve e tem tratado mau a todos. Preciso perdoar a Deus por eu achar que Ele matou minha família em um acidente de automóvel, quando na verdade foi uma fatalidade movida pela imprudência. Culpamos a Deus por tudo de ruim que nos acontece, quando Deu sé amor (cf 1Jo 4,16) e não pode sentir outra coisa senão amor! Agora o mais complicado, sem dúvidas, é perdoar meu próximo pois aqui começamos a mexer efetivamente nas feridas. Preciso perdoar o adultério do meu pai, da minha mãe, do meu marido, da minha esposa. Preciso perdoar meu pai que saiu de casa quando eu tinha apenas 10 anos e depois disso nossa vida familiar nunca mais foi a mesma. Preciso perdoar meu irmão por ele ter me roubado no comércio. Preciso perdoar meu padrasto alcóolatra que me violentou covardemente. São tantas as situações nas quais nossos corações estão dolorosamente ligados ao coração de outras pessoas, que as vezes nem se lembram do que fizeram a nós ou nem se culpam por isso, o que nos faz sentir muito piores.
Como nada no processo de cura interior é feito sem a presença curadora e amorosa de Deus, quero terminar este texto com uma oração inspirada pelo próprio Espírito Santo. Faça esta oração todos os dias até você conseguir perdoar ou pedir perdão àquelas pessoas que você precisa. Reze assim:
Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém!
Meu Deus, reconheço em vós a fonte de toda bondade e amor. Sei que és grande e que mesmo sendo tão onipotente, o Senhor escolheu ficar próximo a mim. Obrigado Senhor pela sua proximidade na minha vida. Obrigado Senhor Deus pelas vezes em que o Senhor esteve tão próximo de mim e meu pecado e infidelidade não me permitiram notar sua presença. Obrigado senhor pelas situações em que o Senhor me salvou da morte. Acreditando neste amor incondicional do Senhor por mim eu quero, nesta prece, pedir mais uma vez a sua presença viva em minha vida. Convido o Senhor a passear na minha história e quero que o Senhor volte comigo nas situações e nas pessoas que eu preciso perdoar. Quero sua ajuda, meu Deus, para não desistir deste processo de cura interior. Quero a sua graça para não me permitir voltar atrás e fugir de enfrentar meus maiores medos e decepções. Por isso, Senhor, quero lhe entregar o meu coração machucado por situações que o Senhor bem conhece. Sei que o Senhor não trata minhas situações como sendo fúteis, mais com amor de Pai, o Senhor respeita meu sofrimento e me sustenta nos momentos de maior dor. Quero uma gota do seu amor no meu coração agora Senhor, para que eu possa me decidir a perdoar, a amar e a cultivar este amor diariamente. Ensina-me Senhor a amar como Tu amas. A esperar como Tu esperas e a perdoar como o Senhor perdoa. Quero ser capacitado por Ti a buscar esta vida nova que o Senhor tem para mim. Quero hoje, Senhor, assumir o perdão na minha história, mesmo sem saber ao certo como irei trabalhar este sentimento, mesmo, talvez Senhor, em meio a lágrimas de dor eu me decido a perdoar (… diga o nome da pessoas para as quais você precisa dar o perdão e repita várias vezes: “Eu perdôo <diga o nome> …). Fortalece-me Senhor Deus, com o Teu Santo Espírito, para que eu tenha forças para continuar caminhando ao Teu lado neste caminho tão doloroso, porém tão importante que é a cura interior. Quero Te louvar, meu Deus, porque ouvistes minha prece e meu coração já se enche da Tua Santa Paz!
Reze um Pai Nosso, uma Ave Maria e um Glória ao Pai ao final desta oração. Se possível comungue por aquelas pessoas que você se recordou nesta oração. Reze-a diariamente, com fé e confiança de que Deus ouvirá seu clamor.
Que a força do amor de Deus possa capacitá-lo à vivência do perdão.
Louvado seja o Nosso Senhor Jesus Cristo! Para sempre seja louvado

A arte de perdoar

 
    Gn 37: 23, 24
Visite: Gospel +, Noticias Gospel, Videos Gospel, Musica Gospel O verbo perdoar vem do latim “perdonare” e significa, entre outros, desculpar, absolver. (ref. Dicionário Aurélio).
Penso que muita gente já tenha lido essa passagem, ou até mesmo escutado a respeito da história de José, que foi jogado numa cova por seus próprios irmãos e logo em seguida vendido para ser escravo no Egito, tudo por conta de seus sonhos, que geraram grande zombaria contra José, e até mesmo pela inveja. (O diabo sempre vai tentar matar nossos sonhos)
Imagine a cabeça de José (com 17 anos), sendo jogado em uma cova e vendido para ser escravo, pelos próprios IRMÃOS. Não foram desconhecidos, não foram vizinhos, não foram primos distantes, foram os IRMÃOS dele quem fizeram isso. E é assim que o diabo age conosco, ele procura ‘usar’ as pessoas que estão próximas a nós para nos ferir, nos agredir, ou você acha que ela vai ‘usar’ aquele seu vizinho de cara fechada que briga com todo mundo? Não amados, o diabo é astuto e vai ‘usar’ quem você ama para te desestruturar, para ‘pisar no seu calo’, para dizer palavras duras.
Tenha isso em mente: Perdoar não é dom, perdoar é atitude.
O título da mensagem “A arte de perdoar”, é por que perdoar virou coisa rara, virou arte. Ou vai me dizer que nunca ouviu:
__ Eu perdoei, mas não quero nem conversa, fulano para lá e eu para cá.
Isso não é perdoar, o perdão é uma atitude de amor que vem do coração e é externada com um sentimento de esquecimento do que nos foi feito, o perdão verdadeiro não fica remoendo dentro de nós, não é aquela coisa que no primeiro sinal de alerta vem à tona.
No capítulo 45-4 e 5 José já estava no trono de Governador do Egito, então se revela como aquele que foi vendido e pede para que não caia o semblante dos irmãos, já que havia um propósito de Deus em cada circunstância. Mas não creia que tenha sido fácil para José, ele tinha poder em suas mãos o suficiente para fazer o que bem quisesse com seus irmãos, mas havia a necessidade do PERDÃO para que os planos de Deus fossem revelados. Está aqui o por que da necessidade de se perdoar, pois a falta de perdão gera uma barreira muito grande entre nós e Deus, pois como podemos orar pedindo o perdão a Deus por nossas transgressões, se nós não temos isso em nosso coração?
“Mas, se vós não perdoardes, também vosso Pai, que está nos céus, vos não perdoará as vossas ofensas.” (Marcos 11: 26)
No capítulo 18 de Mateus, Jesus nos conta a história de um servo que devia muito ao seu rei, e esse mandou que fosse vendido tudo em sua casa, mas o servo pediu-lhe generosidade (perdão) para com ele, o rei foi movido pela compaixão e o perdoou, porém ao sair, esse servo encontrou um de seus conservos que lhe devia uma quantia muito menor a que o servo devia ao rei, mas o servo não quis perdoá-lo, vendo isso, os assistentes do rei levaram o fato até ele, que mandou que o servo fosse atormentado até que fosse pago a dívida. Jesus termina o capítulo dizendo que assim também se fará a quem não perdoar as ofensas de cada irmão. Pesado né? Então vamos refletir povo de Deus. Aliás, vamos TOMAR ESSA DECISÃO.
A falta de perdão causa um ‘câncer’ dentro da igreja, deixa-a manca, sem UNIDADE (Sl 133:1) , ou seja, fora dos propósitos de Deus.
Bom, chamo a você que lê essa mensagem para essa mudança de atitude em relação ao coraçãozinho endurecido, vamos nos tornar ARTISTAS dessa ‘arte’ nada abstrata e tão bonita?

FALTA DE PERDÃO MATA




Muitas vezes já orei por diversas pessoas que não perdoa carrega magoas terrivel levando ao cancer.


Relatos verdadeiros.

Vou dar o nome de Maria, ela tinha filhos casada,mãe de 5 filhos,quando a conheci era bem esta a familia que ela tinha sempre,cristã,mãe dedicada.
Maria passou a duvidar da sua fé em Cristo,cheia de raiva por ter muitos filhos e ter que cuidar daquela casa toda.
Bom passou se o tempo,ela não aquentando a pertubação do marido, saiu da igreja, e o tempo passou ,Maria mesmo casada,começou a pular a cerca,saindo com outras pessoas, afastada do evangelho,na biblia descreve claro,que se retornarmos ao mundo carnal vem 7 espiritos piores que o primeiro.E foi que aconteceu.
Mais tarde ela se agravou na saúde constando ter cancer , no hospital cheia de remorsos e tristeza por não ter tempo de se reconciliar com Deus,chorava e pedia para que todos os filhos estivecem com ela ,queria pedir pperdão aos filhos ao marido e a Deus.Quando viu sua família reunida ela pediu perdão ,foi choro infinito para todos.Porém quando cheguei no hospital,ela foi de emediato quase sem fala.
Me dizendo:
Deus não vai me perdoar aprontei muito.
Falei a ela a biblia relata se confersarmos o nossos pecados Ele é fiel e justo para nós perdoar de todos os nossos pecados(Jõao).
Ela sorriu e disse é :
Verdade.
Chorou e disse ora para Deus me perdoar agora então,nós oramos juntas.
Passou de um dia para outro Maria faleceu.
Ela só estava esperando se reconciliar com todos,era tanta magoa guardada em seu coração,que levou ela ao cancer.
Amigo não espere isto em sua vida.

O QUE É O PECADO LASCIVIA ?

Ana by Ana
Membro desde:
07 de junho de 2011
Total de pontos:
2.991 (Nível 4)

Melhor resposta - Escolhida pelo autor da pergunta

Cada um é tentado pela sua própria cobiça, quando esta o atrai e seduz. Então, a cobiça, depois de haver concebido, dá à luz o pecado; e o pecado, uma vez consumado, gera a morte, a cobiça produz a morte, a lascívia é um pecado meio ,transparente, apertado, curto, mostrado, olhado, chamado a atenção de pessoas, parece que não faz mal mas é um abismo terrível para nossas vidas, estamos vivendo dias em que satanás tem se infiltrado em algumas mentes fracas, que não vigiam e dão lugar mesmo ao inimigo de nossa alma, a verdade é essa.
Avaliação do autor da pergunta:
5 de 5
Comentário do autor da pergunta:
Infelizmente é isto mesmo, até emissoras de igrejas evangelicas, não dá para acreditar nos tipos de novelas que eles passam, não para ser educativa e sim lucrativa.... Então abandonei muitas coisas que tem mensagens subliminares...

Não é a resposta certa? Tente o Yahoo! Buscas

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Outras Respostas (9)

  • estrella by estrella
    Membro desde:
    14 de fevereiro de 2011
    Total de pontos:
    2.624 (Nível 4)
    Porque as obras da carne são manifestas, as quais são: adultério, prostituição, impureza, lascívia,
    Gálatas 5:19

    lascivia = lubricidade, a luxúria.
    Libidinagem, sensualidade
    • 2 pessoas avaliaram como boa

  • Eye of Dragon by Eye of Dragon
    Membro desde:
    30 de maio de 2011
    Total de pontos:
    919 (Nível 2)
    É quando vc se excita com o corpo de outra pessoa, tipo pensando em sexo. claro temos que ter o bom senso e considerar que achar uma pessoa bonita não é pecado ,mas pensar de forma maliciosa ai já se torna pecado!
    • 3 pessoas avaliaram como boa

  • CabocloSelvagem by CabocloS...
    Membro desde:
    22 de agosto de 2009
    Total de pontos:
    1.155 (Nível 3)
    Sim, é isso aí que falaram...
    Mas o importante é relaxar e aceitar como normal...
    Pecado?! Ah, que coisa mais antiga!

    Fonte(s):

    Bom senso!

  • EPSYLON by EPSYLON
    Membro desde:
    01 de setembro de 2006
    Total de pontos:
    20.097 (Nível 6)
    São tendências de comportamento desregrado com relação aos prazeres do sexo, ou seja práticas degeneradas, depravadas e mórbidas de relação sexual.
    • 1 pessoa avaliou como boa

  • Daniel No Caminho Estreito by Daniel No Caminho Estreito
    Membro desde:
    09 de junho de 2011
    Total de pontos:
    1.474 (Nível 3)
    É a cobiça por mulheres e pensamentos sexuais com elas.!

    Para a mulher vice e versa.!

  • Sergio M by Sergio M
    Membro desde:
    13 de novembro de 2008
    Total de pontos:
    22.816 (Nível 6)
    É o mesmo que LUXÚRIA e VOLÚPIA, que é o DESEJO SEXUAL IMPURO E DESCONTROLADO.

  • Star Whitte Chlàss - Mont Serrat Originals by Star Whitte Chlàss - Mont Serrat...
    Membro desde:
    13 de maio de 2011
    Total de pontos:
    6.594 (Nível 5)
    -aposte no pecadopdas lascivia quevoce vai colher LSAIVIAA!¹... .

  • Marilia °°°° by Marilia °°°°
    Membro desde:
    28 de maio de 2011
    Total de pontos:
    378 (Nível 2)
    propensão para a luxúria; sensualidade exagerada; excitação
    • 1 pessoa avaliou como boa

  • Brett by Brett
    Membro desde:
    25 de maio de 2011
    Total de pontos:
    1.062 (Nível 3)
    É quando você não pensa em sexo.

Entendendo o Perdao ?

“Se, pois, ao trazeres ao altar a tua oferta, ali te lembrares de que teu irmão tem alguma cousa contra ti, deixa perante o altar a tua oferta, vai primeiro reconciliar-te com teu irmão; e, então, voltando, faze a tua oferta”. – Mateus 5:23,24
A reconciliação não é algo a ser praticado somente entre nós e Deus, mas também para com nossos irmãos. Reconhecemos, que, à semelhança da cruz, também temos duas linhas do fluir da reconciliação: a vertical (o homem com Deus) e a horizontal (entre os homens). O mesmo perdão que recebemos de Deus deve ser praticado para com nossos semelhantes.
QUEM NÃO PERDOA NÃO É PERDOADO
O perdão (ou a falta dele) faz muita diferença na vida de alguém. A reconciliação horizontal determina se a vertical que recebemos de Deus vai permanecer em nossa vida ou não. A palavra de Deus é clara quanto ao fato de que se não perdoarmos a quem nos ofende, então Deus também não nos perdoará. Foi Jesus Cristo quem afirmou isto no ensino da oração do Pai-nosso:
“Porque se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celeste vos perdoará; se, porém, não perdoardes aos homens as suas ofensas, tampouco vosso Pai vos perdoará as vossas ofensas”. – Mateus 6:14,15
Deus tem nos dado seu perdão gratuitamente, sem que o merecêssemos, e espera que usemos do mesmo espírito misericordioso para com quem nos ofende. Se fluímos com o Pai Celestial no mesmo espírito perdoador, permanecemos na reconciliação alcançada pelo Senhor Jesus. Contudo, se nos negamos a perdoar, interrompemos o fluxo da graça de Deus em nossa vida, e nossa reconciliação vertical é comprometida pela ausência da horizontal. Cristo também nos advertiu com clareza sobre isto em uma de suas parábolas (faladas num contexto que envolvia o perdão):
“Por isso o reino dos céus é semelhante a um rei, que resolveu ajustar contas com os seus servos.
E passando a fazê-lo, trouxeram-lhe um que devia dez mil talentos.
Não tendo ele, porém, com que pagar, ordenou o seu senhor que fosse vendido ele, a mulher, os filhos e tudo quanto possuía, e que a dívida fosse paga.
Então o servo, prostrando-se reverente, rogou: Sê paciente comigo e tudo te pagarei.
E o senhor daquele servo, compadecendo-se, mandou-o embora, e perdoou-lhe a dívida.
Saindo, porém, aquele servo, encontrou um dos seus conservos que lhe devia cem denários; e, agarrando-o, o sufocava, dizendo: paga-me o que me deves.
Então o seu conservo, caindo-lhe aos pés, lhe implorava: Sê paciente comigo e te pagarei.
Ele, entretanto, não quis; antes, indo-se, o lançou na prisão, até que saldasse a dívida.
Vendo os seus companheiros o que havia se passado, entristeceram-se muito, e foram relatar ao seu senhor tudo o que acontecera. Então seu senhor, chamando-o, lhe disse: Servo malvado, perdoei-te aquela dívida toda porque me suplicaste; não devias tu, igualmente, compadecer-te do teu conservo, como também eu me compadeci de ti?
E, indignando-se, o seu senhor o entregou aos verdugos, até que pagasse toda a dívida.
Assim também o meu Pai celeste vos fará, se do íntimo não perdoardes cada um a seu irmão”
. – Mateus 18:23-35

O significado desta ilustração dada por Jesus Cristo é muito forte. Temos um rei e dois tipos de devedores. Se a parábola ilustra o reino de Deus, então o rei figura o próprio Deus. O primeiro devedor tinha uma dívida impagável, enquanto que a do segundo estava ao seu alcance. Não há como comparar a dívida de cada um. Dez mil talentos da dívida do primeiro servo era o equivalente a cerca de 200.000 dias de trabalho, enquanto que os cem denários que o outro servo devia era o equivalente a apenas cem dias de trabalho. Esta diferença revela a dimensão da dívida que cada um de nós tinha para com Deus, e que, por ser impagável, estávamos destinados à prisão e escravidão eterna. Contudo, sem que fizéssemos por merecer, Deus em sua bondade, nos perdoou. Portanto, Ele espera que façamos o mesmo. O cristão que foi perdoado de seus pecados e recusa-se a perdoar um irmão – seu conservo no evangelho – terá seu perdão revogado.
Isto é muito sério. As ofensas das pessoas contra a gente não são nada perto das nossas ofensas que o Pai Celestial deixou de levar em conta. E a premissa bíblica é de que se pudemos ser perdoados por Ele, então também devemos perdoar a qualquer um que nos ofenda.
A FALTA DE PERDÃO É UMA PRISÃO
Quem não perdoa, está preso. Lemos em Mateus 18:34: “E, indignando-se, o seu senhor o entregou aos verdugos, até que pagasse toda a dívida”. A palavra verdugo significa “torturador”. Além de preso, aquele homem seria torturado como forma de punição. A prática do ministério nos revela que o que Jesus falou em figura nesta parábola é uma realidade espiritual na vida de quem não perdoa. Os demônios amarram a vida daqueles que retém o perdão. Suas torturas aplicadas são as mais diversas: angústia e depressão, enfermidades, debilidade física, etc.
Muita gente tem sofrido com a falta de perdão. Outro dia ouvi alguém dizendo que o ressentimento é o mesmo que você tomar diariamente um pouco de veneno, esperando que quem te magoou venha a morrer. A falta de perdão produz dano maior em quem está ferido do que naquele que feriu. Por isso sempre digo a quem precisa perdoar: – “Já não basta o primeiro sofrimento, porque acrescentar um outro maior (a mágoa)”?
Alguns acham que o perdão é um benefício para o ofensor. Porém, eu digo que o benefício maior não é o que foi dado ao ofensor, mas sim o que o perdão produz na vítima, naquele que está ferido. Sem perdão não há cura. A doença interior só se complica, e a saúde espiritual, emocional e física da pessoa ressentida é seriamente afetada. Em outra porção das Escrituras (onde o contexto dos versículos anteriores é o perdão), vemos o Senhor Jesus nos advertindo do mesmo perigo:
“Entra em acordo sem demora com teu adversário, enquanto estás com ele a caminho, para que o adversário não te entregue ao juiz, o juiz ao oficial de justiça, e sejas recolhido à prisão.
Em verdade te digo que não sairás dali, enquanto não pagares o último centavo”.
– Mateus 5:25,26

Não sei exatamente como é está prisão, mas sei que Cristo não estava brincando quando falou dela. A falta de perdão me prende e pode prender a vida de mais alguém. Isto é um fato comprovado. Tenho presenciado gente que esteve presa por tantos anos, e ao decidir perdoar foi imediatamente livre. Isto também pode acontecer com você, basta decidir perdoar.
SEGUINDO O EXEMPLO DIVINO
Como deve ser o perdão?

A pessoa tem que pedir o perdão ou merecê-lo para poder ser perdoada? Não. Devemos perdoar como Deus nos perdoou:
“Antes, sede uns para com os outros benignos, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus em Cristo vos perdoou”. – Efésios 4:32
O texto bíblico diz que nosso perdão e reconciliação horizontal deve seguir o exemplo da que Deus em Jesus praticou para conosco. Então, basta perguntar: – “Fizemos por merecer o perdão de Deus? Não. Então nosso ofensor também não precisa fazer por merecer”.
O perdão é um ato de misericórdia, de compaixão. Nada tem a ver com merecimento. O apóstolo Paulo falou aos efésios que o perdão é fruto de um coração compassivo e benigno. O perdão flui da benignidade do nosso coração, e não por haver ou não benignidade no ofensor.
Jesus disse que se eu souber que alguém tem algo contra mim, devo procurá-lo para tentar a reconciliação. Mesmo se tal pessoa não me pr
ocurar ou nem mesmo quiser falar comigo, tenho que ter a iniciativa, tenho que tentar.

Deus ofereceu perdão gratuito a todos, independentemente de qualquer comportamento, e Ele é nosso exemplo!
NÃO HÁ LIMITE DE VEZES PARA PERDOAR
Certa ocasião, o apóstolo Pedro quis saber o limite de vezes que existe para perdoar alguém. E foi surpreendido pela resposta que Cristo lhe deu:
“Então Pedro, aproximando-se, lhe perguntou: Senhor, até quantas vezes meu irmão pecará contra mim, que eu lhe perdoe? Até sete vezes? Respondeu-lhe Jesus: Não te digo que até sete vezes, mas até setenta vezes sete”. – Mateus 18:21,22
O Senhor declarou que mesmo se alguém repetir sua ofensa contra mim por quatrocentos e noventa vezes, ainda deve ser perdoado. Na verdade, os comentaristas bíblicos em geral entendem que Jesus não estava se prendendo a números, mas tentando remover o limite imposto na mente dos discípulos para perdoar.
Fico pensando o que seria de nós sem a misericórdia de Deus. Quantas vezes Deus já nos perdoou? Quantas mais Ele vai nos perdoar? Se devemos perdoar como também Deus em Cristo nos perdoou, então fica claro que não há limite de vezes para perdoar!
O DIABO É QUEM LEVA VANTAGEM
Já falamos que há uma prisão espiritual ocasionada por reter o perdão. E que demônios se aproveitam desta situação. Agora queremos examinar um outro texto bíblico que nos mostra nitidamente que a falta de perdão dá vantagem ao diabo:
“A quem perdoais alguma cousa, também eu perdôo; porque de fato o que tenho perdoado, se alguma cousa tenho perdoado, por causa de vós o fiz na presença de Cristo, para que Satanás não alcance vantagem sobre nós, pois não lhe ignoramos os desígnios”. – II Coríntios 2:10,11
O apóstolo Paulo revela que se deixamos de perdoar, quem vai se aproveitar da situação é Satanás, o adversário de nossas almas. Disse ainda, que não ignorava as maquinações do maligno. Em outras palavras, ele estava dizendo que justamente por saber como o diabo age na falta de perdão, é que não podia deixar de perdoar.
Precisamos entender que Deus não será engrandecido na falta de perdão. Que o ofendido não lucra nada por não perdoar. Que até mesmo o ofensor pode estar espiritualmente preso. O único que lucra com isso é o diabo, pois passa a ter autoridade na vida de quem decide alimentar a ferida do ressentimento.
A Bíblia nos ensina que não devemos dar lugar ao diabo (Ef.4:27). Que ele anda em nosso derredor rugindo como leão, buscando a quem possa tragar (I Pe.5:8), e que devemos resisti-lo (Tg.4:7). Mas quando nos recusamos a perdoar, estamos deliberadamente quebrando todos estes mandamentos.
CONSELHOS PRÁTICOS
Para aqueles que reconhecem que não há saída a não ser perdoar, mas que, por outro lado, não é algo tão fácil de se fazer, quero oferecer alguns conselhos práticos que serão de grande valia.

Primeiro, o perdão não é um sentimento, é uma decisão e também uma atitude de fé. Já dissemos que o perdão não é por merecimento, logo, não tenho motivação alguma em minhas emoções a perdoar. Não me alegro por ter sido lesado, mas libero aquele que me lesou por uma decisão racional. Portanto, o perdão não flui espontaneamente, deve ser gerado no coração por levar em consideração aquilo que Deus fez por mim e sua ordem de perdoar. As conseqüências da falta de perdão também devem ser lembradas, para dar mais munição à razão do que à emoção.
É preciso fé para perdoar. Certa ocasião quando Jesus ensinava seus discípulos a perdoarem, foi interrompido por um pedido peculiar:
“Acautelai-vos. Se teu irmão pecar contra ti, repreende-o; se ele se arrepender, perdoa-lhe.
Se por sete vezes no dia pecar contra ti, e sete vezes vier ter contigo, dizendo: Estou arrependido, perdoa-lhe. Então disseram os apóstolos ao Senhor: Aumenta-nos a fé”.
– Lucas 17:3-5

Naquele instante os discípulos reconheceram que para praticar este nível de perdão iriam precisar de mais fé. E Jesus parece ter concordado, pois nos versículos seguintes lhes ensinou que a fé é como semente, quanto mais se exercita (planta) mais ela cresce (se colhe).
É necessário crer que Deus é justo e que Ele não nos pede mais do que aquilo que podemos dar. Se Deus nos pediu que perdoássemos, Ele vai nos socorrer dispensando sua graça no momento em que tivermos uma atitude de perdão.
Muitas vezes o perdão precisa ser renovado. Depois de declarar alguém perdoado, o diabo, que não quer perder seu domínio, vai tentar renovar a ferida. Em provérbios 17:9 as Escrituras Sagradas nos falam sobre encobrir a questão ou renová-la. É preciso tomar uma decisão de esquecer o que houve, e renovar somente o perdão. Cada vez que a dor tentar voltar, declare novamente seu perdão. Ore abençoando seu ofensor. Lute contra a mágoa!
É importante ver os ofensores como vítimas. Isto é algo especial que vejo em Jesus na cruz:
“Contudo Jesus dizia: Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem”. – Lucas 23:34
Em vez de olhar para eles como quem merece punição e castigo, Jesus enxerga que eles também eram vítimas. Aqueles homens estavam em cegueira e ignorância espiritual, debaixo de influência maligna, sem nenhum discernimento de quem estavam de fato matando. Eram vítimas de todo um sistema que os afastou de Deus e da revelação das Escrituras. E ao reconhecer que ele é que eram vítimas, em vez de alimentar dó de si mesmo (como nós faríamos), Jesus teve compaixão deles.

Acredito que este é um princípio para o perdão fluir livremente. Assim como Jesus o fez, deixando exemplo, Estevão, o primeiro mártir do Cristianismo, também o fez:
“Então, ajoelhando-se, clamou em alta voz: Senhor, não lhes imputes este pecado”. – Atos 7:60
Quando você começa a enxergar as misérias da vida espiritual de seu ofensor (ao menos a que manifestou no momento de te ferir), e canaliza o amor de Deus por ele, como você também necessita do amor divino ao se achegar arrependido em busca de perdão, a coisa fica mais fácil. 
A Ausência de Perdão Produz Tormento para nós Mesmo


Texto Base: Mateus 18: 23 a 35.
Introdução: “E, indignando-se, o seu senhor o entregou aos verdugos, até que lhe pagasse toda a dívida.”(vs. 34). Os verdugos não eram simplesmente guardas da prisão, mas carrasco que tornavam a vida do prisioneiro mais amarga que com uma vara ou um chicote, espancavam diariamente os criminosos e os atormentadores constantemente. Verdugos = Atormentadores. O principio básico que o Senhor Jesus quer nos ensinar aqui, é que aquele que se recusa a perdoar, que oculta a raiva, o rancor, a mágoa em seu coração em relação à outra pessoa, será atormentado por pensamentos e sentimentos ou por uma intranqüilidade interior.
Ausência de perdão gera diversos verdugos (atormentadores):
1 – Verdugos Emocionais: Uma vida azeda, amarga, fechada, desconfiada, que não consegue se abrir com ninguém, vivendo irritado, etc…
 

2- Verdugos Físicos: Sugerem enfermidades. O salmista no Salmo 32 nos fala que enquanto ele guardava o pecado escondido, sentia seus ossos envelhecerem, havia gemidos, e seu vigor tinha se tornado em sequidão, ou seja, seco- sem água, que a refrigera, umedece e lava.
3 – Verdugos Espirituais: Ou seja, uma relação obstruída com Deus. Mateus 5.23,24. “Te lembrares”, ou seja, ele estava tentando estabelecer uma comunhão com Deus, uma relação mais intima e sua consciência o acusou. Ele se lembrou que existia uma diferença com um irmão e teria agora que parar tudo, deixar ali a sua oferta e ir primeiro acertar as contas com este irmão, caso contrário o culto não seria aceito, devido à relação dele com Deus está obstruída.
 

Conclusão: Amados, nada que o homem possa nos fazer, compara-se ao que temos feito a Deus! E que continuamos a fazer diariamente.
   E se Deus tem perdoado nossas dívidas para com Ele, como podemos deixar de oferecer este perdão aos outros que, comparativamente, nos devem tão pouco. Tudo que venhamos fazer no sentido de perdão não passa de sombra da Divida que lhe foi perdoada na Cruz!
 


Lembre-se: Você é o Alvo do Amor de Deus!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!